quinta-feira, 10 de abril de 2014

VISITA NOTURNA



EU ACREDITO em vida extraterrestre, me interesso seriamente por ufologia, já vi OVNIs pelo menos umas 3 vezes na minha vida e tenho minhas teorias a cerca da relação dos ETs conosco.

Também adoro Star Wars.

Aí percebi que nunca vi um extraterrestre GRAY como Jedi.

Pronto, taí...  :)



Sabe, acho que todos os GREYS são Jedi. O que dá medo é que eles nem precisam de sabre de luz.





EM TODOS OS LUGARES



KUNOICHI é a denominação para a mulher ninja.

Mais terrível que um pelotão de ninjas masculinos essa guerreiras faziam estragos irreparáveis principalmente dentro das linhas inimigas.

Um grande salve a todas a guerreiras do passado e aquelas que estão ao nosso redor hoje em dia: nossas familiares, esposas, namoradas, amigas, colegas e desconhecidas.

Obrigado por nos ensinar tanto.



Bufu Ikkan!





quarta-feira, 9 de abril de 2014

ONI NO SEISHIN

QUEM ME CONHECE de perto sabe que além de ilustrador sou também instrutor de ninjutsu a cerca de um ano e meio. 
Durante esses 13 anos de treinamento dentro da Bujinkan muita coisa aconteceu e um novo caminho se apresenta para mim: vou abrir as portas do meu próprio Dojo.

Sem dúvida é uma jornada singular na minha vida que pode trazer inúmeras situações novas e muito mais conhecimento.

Apesar de eu já ter lecionado desenho antes durante mais de 20 anos, isso é muito novo e me aguça a curiosidade. É outro aspecto da ARTE, o movimento não por linhas no papel e sim pelo próprio corpo. Uma outra forma de poder tentar compreender melhor o TODO. Algo a mais que eu possa incorporar à minha arte gráfica e torna-la ainda mais minha.

Não sei o que virá, mas estarei com o coração aberto e sincero.

Pra comemorar, criei esse mascote como símbolo do meu dojo. Um Oni baseado nas máscaras tradicionais da antiga escola ninja de  Kumogakure. Ele é a personificação da força e poder da natureza, é a eterna matéria prima densa e selvagem que se destina a ser uma manifestação sutil, mas ainda mais poderosa. 

Essa é a idéia: trabalho duro e de olho em cada passo nesse longo Caminho. Não me interesso pelo fim do trajeto, mas o momento que eu vivo é o Aqui e Agora.

É aqui que eu aprendo.



BUFU IKKAN!  ( Que os Ventos Marciais Sejam Favoráveis)





quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

BOLA DE CAPOTÃO

Algumas visões pessoais de personagens do Maurício que andei postando no Facebook.

E entre eles, o meu predileto, o irascível Cana Braba!





sexta-feira, 28 de junho de 2013

DEDOS SUJOS

A UMA SEMANA atrás concluí a commission art para o amigo Ivan Freitas da Costa.

O tema abrangeu duas coisas que curto pra caramba: Shazam e robôs retrôs!

Fazia um tempinho que eu não desenhava usando materiais físicos. Nesse caso, usei pincéis Tigre redondos nº 0 e 1. O nanquim foi o bom e velho Talens. O papel usado foi o verso de uma das muitas folhas diagrama que a Dark Horse havia me mandado para o job de Clone Wars. Como eu tinha produzido esse material tudo por via digital, guardei essas folhas diagrama para casos como essa commission.

Estava esquecendo de como é gostoso passar o nanquim numa folha cuja qualidade é tão boa. Uma terapia.

Quem também quer a commission art?






CAIXA DE AREIA

NA ESTEIRA de coisas que fiz meses atrás meses atrás, rolou uma edição especial americana de visões de artistas variados sobre personagens de contos infantis alocados em situações e contextos fora do seu habitat original.

A mim, coube o Gato de Cheshire, mais conhecido como o Gato Risonho de Alice no País das Maravilhas. Foi apenas uma história de uma página só onde criei o concept, desenhei e finalizei tudo digitalmente, mas infelizmente não sei quem fez  as cores.

Gosto de desenhar bichos.

Agora dá licença que eu tenho que afagar meus gatos aqui...







quinta-feira, 27 de junho de 2013

HIPERESPAÇO & AFINS

LANÇADA finalmente nas livrarias dos EUA e vendas pela Internet  a edição que com muito gosto fiz para a série Clone Wars em formato digest, ou seja, formatinho.

Foram 3 meses de muita loucura, em que eu lutava contra o tempo e adversidades épicas (ok, nem tanto) para estar rigorosamente dentro do prazo.  Mas como eu também sou instrutor de ninjutsu tive que conciliar os horários das aulas (bem como prepara-las) e a agenda diária das páginas.



Fazer os layouts foi relativamente ligeiro, mas a coisa ficou engasgada quando comecei fazer a arte final. Até então eu só usava mesa digitalizadora, a boa e velha Bamboo Wacom, mas ainda assim a velocidade estava aquém do que eu queria. Por obra do destino (acaso, Odin, Yoda, chame como quiser), consegui nesse meio tempo adquirir uma Mesa Cintiq Wacom de 12", e devo dizer, valeu MUITO a pena: minha velocidade quadriplicou! Foi um verdadeiro hyperdrive e rasguei a milhão, além da velocidade da luz ( na...não foi assim, mas gostaria muito).
Dessa forma consegui entregar uma semana antes todo o material finalizado. Orgulho do papai!



Foi uma experiência muito pessoal para mim, pois nesses meses passei por situações em que pude ter pontos de vista variados a cerca do meu trabalho e o que tudo isso representava na minha vida. 
Ao mesmo tempo aconteceu na época em que eu assumi minha posição de instrutor no dojo, pois meu amigo Giuliano DiSevo, até então o instrutor e dono do dojo, viajou para o Japão a fim de se aprofundar nos ensinamentos de Buda. Sim, ele também é monje.
Em meio a esse turbilhão acredito que evoluí em vários aspectos. Não me matou e me deixou mais forte (talvez mais gordo?).




Rolou uma tensão no meio do trabalho: foi quando estourou a notícia que a Lucasfilm havia sido vendida pra Disney. Pensei: "Pronto. vão cancelar a bagaça toda e eu perdi minha chance...é a história da minha vida...". Mas felizmente, o meu agente da Space Goat, Shon Bury e o próprio pessoal da Dark Horse me disseram que não era o caso de se preocupar porque a Lucasfilm tinha contrato com eles até 2013 e que todas as publicações seriam honradas... Bom, então tá, né? Continuei em meio a um monte de piadinhas dos meus amigos sobre Darth Vader com Mickey Mouse... Mas na boa, a Disney é uma baita empresa, acho que foi melhor assim.




Umas das coisas muito legais no processo de layout foi que tive total liberdade para criar visualmente os personagens inéditos da história: T'Mott Zoat, Rook Pryce, Gutodj, Bricka Thomor, Shon Ti'Ja, Boss Traygura, bem como as criaturas selvagens do planeta e os speeders e naves utilizadas ao longo da história. 
Fico orgulhoso em poder ter participação na expansão do Universo de Star Wars acresentando esses elementos.





O divertido roteiro ficou por conta de Justin Aclin e as cores tropicais (na verdade, prefiro tons rebaixados) de Michel Atiyeh.




Como eu já havia dito antes, desenhar para o universo de Star Wars foi a realização de um sonho que vinha lá da minha infância a long time ago, in a galaxy far far away em 1978, desde o primeiro momento que eu vi o cruzador imperial passar por cima da minha cabeça logo na cena de abertura do Episódio 4 -  Uma Nova Esperança no saudoso e extinto cinema Vila Rica (aqui em São Paulo) num certo dia de sábado da minha vida.



Só que isso só me deu vontade de querer mais, muito mais.



You don't know the power of the dark side, mané!